sexta-feira, 8 de maio de 2015

Análise do documentário "Uma verdade inconveniente"



Numa das últimas aulas de Geografia, visualizámos um documentário que abordava a questão do aquecimento global, a partir da análise do ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore. Ele mostra vários dados para comprovar a relação entre o comportamento humano e a emissão de gases na atmosfera e também possíveis soluções para que o planeta não passe por uma catástrofe climática nas próximas décadas.
O filme mostra-nos o quanto a atmosfera terrestre é fina, e o quanto ela é essencial para o nosso planeta. O problema é que com a elevada emissão de dióxido de carbono, a sua espessura tem vindo a aumentar, assim, havendo uma maior espessura da camada da atmosfera, esses raios ficam retidos na mesma, fazendo mais calor. Por estas razões, há um aquecimento global que tem várias consequências: degelo dos calotes polares, subida do nível médio das águas do mar…
Com o avanço da tecnologia, estas consequências aumentaram de forma assustadora, nunca se viram tais mudanças em níveis tão altos.
A solução para este problema está nas atitudes que tomamos, seja ela grande ou pequena, temos que pensar nas consequências dos nossos atos. Como o próprio filme diz, “Todos e cada um de nós podemos mudar essa situação, na maneira como vivemos o nosso dia-a-dia e nos tornarmos parte da solução”.
Na minha opinião, este problema é uma realidade que as pessoas ainda não se aperceberam muito bem ou então não querem ver, mas esta situação é um problema de todos nós, uma vez que o grande culpado é o ser humano. O planeta Terra é a nossa casa, é quem nos proporciona qualidade de vida, é quem nos oferece uma Natureza repleta de riquezas e, sobretudo, quem nos dá tudo para podermos criar a nossa vida. O planeta é partilhado por todos nós, logo as escolhas que fazemos recaem em todos nós, todos vamos sofrer com elas, sendo assim, o melhor é pensarmos duas vezes antes de poluirmos o ambiente.
O ser humano modifica a Natureza de forma devastadora e esgota cada vez mais os recursos naturais: constrói prédios e grandes infra-estruturas (como fábricas), onde utiliza grande número de máquinas que libertam grandes quantidades de dióxido de carbono, corta as árvores num número elevadíssimo, utiliza imensos carros, onde também há grande libertação de dióxido de carbono, e muitas mais situações que vão aumentar a espessura da atmosfera e, por sua vez, o aquecimento global que tem consequências como: degelo dos calotes polares, subida do nível médio das águas do mar, alteração da temperatura da água em todo o planeta, agravamento das catástrofes naturais, acréscimo do risco de incêndios, diminuição da biodiversidade, perda de produções agrícolas, acréscimo dos riscos para a saúde humana e aumento do stress hídrico.
Está mais que na hora de invertermos o problema, vamos optar por melhores escolhas, como: criar mais espaços verdes, plantar mais árvores de folha permanente, fazer mais campanhas de sensibilização, instalar nas fábricas filtros nas chaminés, para filtrar os fumos e gases produzidos e devem também ter em funcionamento estações de tratamento de resíduos; instalar o princípio do poluidor-pagador, princípio que prevê a aplicação de multas a quem agride o ambiente; instalar uma inspeção periódica nos veículos motorizados; substituir a produção de energia em centrais termoeléctricas por energias alternativas; sensibilizar as populações para o uso de transportes públicos e reciclar, todas essas são medidas que servem para mudar esta verdade inconveniente. 

Trabalho realizado pela Liliana Mouta, aluna nº 14 do 9ºD

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Preparação para o teste de avaliação do 9ºD

O próximo teste de avaliação do 9ºD terá matéria relacionada unicamente com o ambiente. Os principais objectivos que devem ter em conta para uma boa preparação do teste são os que se seguem:
- conhecer as causas e consequências de vários problemas ambientais (aumento do efeito de estufa, destruição da camada do ozono, chuvas ácidas, "microclima" urbano, smog, desflorestação, desertificação, extinção de espécies, marés negras, poluição aquática e eutrofização);
- compreender o destino correto que de ser dado para o tratamento dos resíduos;
- conhecer as soluções a implementar para os problemas ambientais;
- compreender a importância das cimeiras ambientais na resolução dos problemas ambientais, nomeadamente as conclusões do protocolo de Quioto ao nível do mercado do carbono;
- conhecer o papel desempenhado pelas principais ONGA (Organizações Não Governamentais do Ambiente), tanto a nível mundial (Greenpeace), como à escala nacional (Quercus);
- conhecer exemplos concretos de promoção ambiental (ex. Programa Eco-Escolas) e da criação de áreas naturais protegidas (ex. Parque Yellowstone e Parque Nacional da Peneda-Gerês).
Uma adequada preparação para o teste de avaliação implica que tenham em atenção às conclusões que retiraram do visionamento dos dois documentários passados nas aulas de Geografia: "Home - nosso planeta, nossa casa" e "Uma Verdade Inconveniente". 
Proximamente serão aqui disponibilizados os trabalhos elaborados pelos alunos relacionados com a matéria do Ambiente.
Saudações geográficas

    

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Formas de relevo

O trabalho que se segue foi elaborado pelo Rafael Resende, aluno do 7ºE, e apresenta, de forma muito sintética, algumas das principais formas de relevo. É um trabalho simples e de fácil leitura sobre uma das matérias abordadas nas aulas de Geografia.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Notícia sobre uma ONG

Este trabalho foi realizado no âmbito de outro que realizei em que falei sobre a Cáritas, uma conhecida organização não governamental (ONG) portuguesa.
O peditório anual da Cáritas Portuguesa arrancou no dia 5 de Março de 2015 com milhares de voluntários, que fizeram a recolha de fundos destinados a apoiar as mais de 400 pessoas que diariamente recebem apoio instituição.
O Presidente da Cáritas, Eugénio Fonseca lembrou que os católicos também podem contribuir na coleta nas missas de domingo, em que os valores angariados serão entregues à Cáritas da diocese local para “ajudar às necessidades mais elementares das pessoas” que residem nessa localidade.
Os que não podem dar um contributo material, “podem fazer uma coisa que é muito importante” para os milhares de voluntários que vão estar na rua a apelar “à generosidade e à partilha”: “podem dar uma palavra de incentivo, um sorriso, dizer que vale a pena continuar a lutar contra este flagelo da má distribuição da riqueza que existe em todo o lado e também no nosso país”, disse Eugénio Fonseca.
Na minha opinião, estes peditórios são muito importantes, pois são estes que muitas das vezes levam um conforto a milhares de pessoas que vivem em pleno sofrimento e em situações precárias de pobreza. É claro que para estes peditórios se realizarem é necessária a colaboração de milhares de voluntários e também de pessoas que colaborem com donativos.
O número de famílias apoiadas aumentou, passando de 52.967 em 2013, para 63.059 em 2014, o que significou uma subida de 19% (mais 10.092 famílias).
O peditório inseriu-se na Semana Nacional da Cáritas, que teve início no dia 5 de Março de 2015 e se prolongou até 8 de Março de 2015, sob o lema “Num só coração, uma só família humana”.  

Notícia apresentada pela Liliana Mouta, aluna do 9ºD

segunda-feira, 2 de março de 2015

Objectivos para o teste dos 7ºD e 7ºE

Estes são os principais objectivos que devem ter em conta para o próximo teste:
- localizar continentes e oceanos;
- saber fazer a localização relativa;
- localizar os principais países europeus (e saber o nome das respetivas capitais);
- conhecer a UE e os seus objectivos;
- conhecer os territórios de Portugal (Portugal Continental, Açores e Madeira);
- localizar as capitais de distrito e as ilhas dos arquipélagos dos Açores e da Madeira;
- conhecer a coordenada geográfica "altitude";
- conhecer as principais formas de relevo (montanhas, planaltos, planícies e vales);
- compreender os agentes internos e externos responsáveis pela formação das diferentes formas de relevo;
- compreender as acções de desgaste, transporte e sedimentação dos agentes que modelam o relevo;
- diferenciar o mapa topográfico do mapa hipsométrico;
- conhecer e localizar as principais montanhas do mundo e da Europa;
- conhecer e compreender a distribuição do relevo em Portugal;
- saber construir um perfil topográfico.

Fica o perfil topográfico elaborado pelo João Silva, aluno nº 12 do 7ºE







Para uma melhor preparação do teste, aconselho a análise atenta das páginas 151, 158 e 161. Devem também aproveitar para treinarem a construção de um perfil topográfico, presente na página 61 do Caderno de Actividades.
Bom estudo e saudações geográficas

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Trabalhos do 9ºD sobre o desenvolvimento humano e preparação para o teste

Nas últimas aulas, os alunos do 9ºD elaboraram e apresentaram à turma um conjunto de trabalhos de pesquisa relacionados com o tema do desenvolvimento humano. O trabalho teve como objectivo analisar as causas do fraco desenvolvimento de um país à escolha dos alunos, tendo por base o estudo de um conjunto alargado de indicadores socioeconómicos, tais como o PIB/per capita, o acesso à saúde, o acesso à educação, entre outros. Ao mesmo tempo, foi pedido aos alunos que apresentassem um conjunto de soluções que o país deve aplicar com vista ao seu desenvolvimento.
Seguem-se os trabalhos elaborados pelos alunos do 9ºD.


A análise atenta dos trabalhos constitui um elemento fundamental com vista a uma melhor preparação dos alunos para o próximo teste de avaliação.

Os principais objectivos para o próximo teste são os que se seguem:
- conhecer e caracterizar, pormenorizadamente, os principais obstáculos ao desenvolvimento dos países (págs. 48 a  53);
- conhecer e explicar os ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio - pág. 54);
- caracterizar as diferentes formas de ajuda aos países necessitados (págs. 54 a 59);
- conhecer e compreender o papel das ONG`s (págs. 56 a 59);
- enunciar as vantagens e perigos inerentes às diferentes formas de cooperação existentes (pág. 55);
- conhecer e compreender o papel das principais organizações comerciais internacionais (págs. 46 e 47);
- compreender os aspectos positivos e negativos da globalização (pags. 44, 45 e 52).
Para uma melhor preparação para o teste de avaliação devem ter em conta a importância de saberem analisar mapas e gráficos.

Deixo um artigo do jornal Público muito interessante sobre a matéria que sai para este teste. Para o visualizarem basta clicarem na imagem.

Saudações geográficas

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Metas de aprendizagem/Objectivos Ficha de Avaliação nº4 Geografia 8ºano

• Descrever a distribuição da população mundial, a partir de mapas, através da localização dos principais vazios humanos e das grandes concentrações populacionais – 36 a 41
• Explicar os fatores naturais e humanos que influenciam a repartição mundial da população – 42 a 45
• Interpretar a distribuição da população em Portugal a partir da leitura de mapas, destacando a litoralização e a bipolarização da sua distribuição e explicar os principais fatores que influenciam a distribuição da população em Portugal – 46 e 47
• Calcular saldo migratório e crescimento efetivo ou real
• Caracterizar diferentes tipos de migração - 52 a 54
• Explicar as principais causas das migrações - 54
• Explicar as principais consequências das migrações nas áreas de partida e nas áreas de chegada – 57
• Caracterizar os grandes ciclos migratórios internacionais, através da interpretação de mapas com os fluxos migratórios – 58 e 59
• Localizar as principais regiões/países de origem da população migrante e principais regiões/países de destino da população migrante – 60 e 61
• Caracterizar a evolução temporal da emigração em Portugal; Localizar os principais destinos da emigração portuguesa; Caracterizar a evolução da imigração em Portugal, referindo as principais origens dos imigrantes e Caracterizar a situação atual de Portugal no contexto das migrações internacionais – 62 e 63
• Explicar os principais fatores de crescimento das cidades – 68 e 69

• Explicar o processo de formação de uma área metropolitana e de uma megalópolis - 70

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Um mapa que diz tudo: A Europa a morrer, o mundo a crescer (interativo)

http://observador.pt/2015/02/16/um-mapa-que-diz-tudo-europa-morrer-o-mundo-crescer-interativo/

Enquanto os países africanos continuam a registar taxas de natalidade muito elevadas e os da América do Sul quase ao nível dos asiáticos, a Europa definha, com crescimento quase negativo.

Sobre o endividamento e a importância da ajuda internacional. O caso da Grécia.

Por quanto tempo mais a Grécia conseguirá seguir o seu caminho sem financiamento externo? Ainda é incerto. No entanto, certo é que daqui a quatro semanas, a ‘máquina de suporte de vida’ que tem aguentado Atenas, nos últimos cinco anos, será desligada…
Neste espaço de tempo, os empréstimos têm de ser reembolsados e o país está a ficar sem dinheiro. A Grécia arrisca-se mesmo a entrar no mês de março em default (incumprimento que impede Atenas de pagar aos credores e cumprir com as suas obrigações internas).
Só em dívida de curto prazo, contraída no mercado, os gregos terão de reembolsar 21,15 mil milhões de euros este ano.
O ministro grego das Finanças, Yanis Varoufakis, acredita que o acordo ainda é possível nos próximos dias, embora o entendimento não pareça estar no horizonte. Varoufakis pede um empréstimo sem programa, ou seja, sem austeridade, mas Bruxelas só empresta se for assinado um memorando de entendimento. Entretanto, esta terça-feira, uma fonte de Bruxelas revelou que a Grécia vai pedir uma extensão do seu empréstimo com a Zona Euro já amanhã, por um prazo de seis meses.
Os ministros das Finanças da zona euro estiveram ontem reunidos, mas o encontro, terminou, mais uma vez, sem acordo.  

Situação grega está por um fio
Se não houver acordo, os gregos deixam de receber a última tranche do empréstimo (7.200 milhões de euros) sendo que nas próximas semanas têm muitas contas a acertar com a troika. Este montante é muito elevado para pagar aos credores e para Atenas cumprir as suas obrigações internas, como pagar salários e pensões aos seus funcionários públicos.
A primeira conta de todas terá de ser paga em março e diz respeito a 1.500 milhões de euros de reembolso ao FMI. A segunda, de igual valor, terá de ser paga em junho e, a terceira, também de igual valor, terá de ser paga em setembro.
Do lado europeu, os gregos terão de reembolsar 3.500 milhões de euros em julho e 3.200 milhões de euros em agosto.
Mas as más notícias não ficam por aqui: as receitas do Estado também estão em queda. As promessas do governo de cortes nos impostos estão a encorajar o adiamento de pagamento dos mesmos. E com juros de 10% nas Obrigações do Tesouro a 10 anos ir ao mercado buscar financiamento também não é uma opção.
Entretanto, também já começou a sangria de depósitos nos bancos. O JP Morgan estima que a banca grega tenha apenas 14 semanas até que fique sem garantias suficientes para se financiar junto do Banco Central Europeu (BCE).
Uma das primeiras medidas de antecipação do governo grego para evitar piores cenários foi o pedido de 10 mil milhões de euros ao BCE para aguentar a banca durante as negociações com Bruxelas.

Ora, sem dinheiro e desligada dos credores, a Grécia seria forçada a imprimir a sua própria moeda e assim acabar com a sua presença na zona euro.

Fonte: TVI, 17 de fevereiro de 2015

Notícia apresentada pela Célia Almeida, aluna nº 6 do 9ºD

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Alguns países e capitais da Europa

Fica aqui o trabalho realizado por dois alunos do 7º E (o Rafael Resende e o João Pedro) sobre alguns dos países da Europa e que pode ser de grande utilidade para preparar a próxima ficha de avaliação sumativa. O trabalho foi de livre iniciativa dos alunos.


Saudações geográficas